domingo, 4 de Novembro de 2012

Dois dias em Munique

Como tinha referido na última publicação eu e a Andreia viemos passar dois dias a Munique, capital da Bavaria. Na quinta-feira estivemos a ver locais para dormir uma noite, no site booking.com. Encontrámos um hotel que nos pareceu bom e bastante barato, então fizemos a reserva. Passado uns minutos fui ler os comentários das pessoas sobre este hotel e estavam lá as seguintes citações:

"Dirty, smelly, a pure impertinence. Breakfast is a joke, staff unfriendly. on any hotel!¨ If you book here is incredibly the, rather sleep on the street."

"I had booked four nights, but after night 1 I left 'escape' the hotel. The room was very dirty, the floor was probably 20 years ago a carpet, burns today but, very dirty as was the whole room (...)
Conclusion:
Hotel modern in Munich = hotel of horror."

Escandalizado com o que li nos comentários, cancelei imediatamente a reserva, sem ter de pagar nada, por sorte. Pesquisámos mais um pouco e a Andreia conseguiu encontrar uma pensão com um preço atractivo e desta vez com comentários bastante bons.

Sexta feira de manhã fomos então apanhar o comboio a Memmingen com direcção Munique. Como já tinha referido anteriormente, pagámos 26€ por um bilhete para os dois, incluindo o uso de qualquer transporte público em Munique, por um dia inteiro. Este bilhete não inclui viagens nos comboios de alta velocidade. A viagem durou 1 hora e meia, com mudança de comboio a meio da viagem. Os dois comboios eram bastante confortáveis, sendo um deles muito moderno.

Chegados a Munique ficámos espantados com o tamanho da estação, parecia um autêntico aeroporto. Ao todo a estação de Munique tem 32 linhas de comboio. Na foto pode-se ver os comboios de alta velocidade ICE e uma quantidade enorme de gente de um lado para o outro. Tal como nos aeroportos, a estação estava carregada de restaurantes e lojas de souvenirs. 

Apesar da estação ter boas condições, foi um problema para encontrar um WC. Depois de meia hora à procura, encontrámos o WC da estação, mas tivemos de pagar 1€/cada, para poder usar as instalações. Posso dizer que nunca tinha estado num WC tão limpo e "luxuoso" como este xD

Quando levei a minha mãe ao aeroporto de Munique, depois da estadia dela por cá, comprei um guia de Munique, pois sabia que me iria dar jeito no futuro. Devido ao tempo limitado que iriamos estar em Munique e com tanto para ver, tivemos de estudar bem o guia, para conseguir visitar tudo. Lá estavam descritas rotas que passavam pelos pontos interessantes da cidade, mas também estavam outros pontos interessantes, mas que não se enquadravam na rota. Um desses pontos era a Allianz Arena, estádio do Bayern Munique e do TSV Munique 1860. Como chegámos à cidade por volta das 12:30 e o check in no hotel era só a partir das 14:00, decidimos começar a nossa estadia em Munique por ir lá. 

Aqui começou um problema para nós, que foi o de perceber o mapa de metro, comboios e comboios suburbanos de Munique. Depois de algum tempo à procura da linha de metro que necessitávamos para chegar ao estádio, decidimos ir ao posto de informação. A solução foi muito fácil, estávamos na estação errada xD..A linha de metro que ia para o estádio, passava pela estação de Marienplatz e não pela estação principal de Munique, onde estávamos. Depois desta falta de atenção, o mapa depressa tornou-se fácil de entender.

A estação de metro do estádio fica um pouco afastada do estádio, mas percorre-se bem. A zona está um pouco fora da cidade, não havendo praticamente edificios à volta num raio de pelo menos 1km. O estádio é magnifico e uma das particularidades é que quando joga o Bayern o estádio fica vermelho e quando joga o TSV o estádio fica azul. Fomos ainda à Fan Shop do Bayern e conseguimos ver um pouco do interior do estádio, pois uma das portas estava parcialmente aberta. Dois rapazes perguntaram-nos se queríamos visitar o interior do estádio com guia, para isso teríamos que pagar 8€/cada, o que não nos interessou.




Depois da visita à Arena, decidimos então ir fazer o check in na pensão. A senhora que nos atendeu, não falava muito bem em inglês, mas falava bem em Espanhol. A pensão pertence a uma família e pareceu-nos bastante acolhedora. Deixámos a pequena mala de viagem no quarto e levámos a mochila onde estava a nossa comida, preparada em casa.

A estação de comboios suburbanos de Marienplatz tem uma particularidade interessante, pois para entrar dentro do comboio tem de ser pelo lado esquerdo e para sair dele, do lado direito. Como turistas que somos, saímos do lado esquerdo, não ouvindo as instruções em inglês. Como não não havia acesso ao piso da estação, para onde queríamos ir, tivemos de esperar pelo próximo comboio para poder passar para o outro lado. Começámos então a nossa rota em Marienplatz, "centro" de Munique. Logo ao sair da estação de metro, passámos por esta montra duma loja de roupa, que tinha o pormenor engraçado de uns limpa vidros na janela a mexerem-se dum lado para o outro.


Ao virar a esquina, lá encontrámos o nosso ponto de partida. Na Marienplatz , situa-se o principal edifício da cidade, o edifício da câmara (Neues Rathaus/New Town Hall) que demorou 42 anos a construir (1867-1909). Quando foi construído  este edifício gerou muita controvérsia, pois havia o medo de que esta tapasse as duas torres da catedral (vistas à esquerda na foto, com topos verdes).


A maior particularidade deste edifício é o famoso carillon. O carillon ´´e composto por 43 sinos e 32 figuras de cobre, que às 11:00, 12:00 e às 17:00 (às 17:00 só entre 1 de Março e 31 de Outubro) começam a movimentar-se, fazendo uma coreografia. A parte de cima representa o casamento do duque William V e a parte de baixo comemora o fim da praga que devastou a cidade no século 16.

Nesta ligação podem ver um vídeo desta coreografia.

http://www.youtube.com/watch?v=FdDjiXYLfJs  (o minuto 3:05 suscitou bastantes risos na praça carregada de gente)


Á frente deste edifício está a coluna de Maria (Mariensaüle) que dá o nome a esta praça. Esta coluna é muito mais antiga do que o edifício, sendo esta praça um antigo mercado de cereais no século 18.

Na mesma praça está o edifício antigo da câmara (Altes Rathaus/Old Town Hall), completamente restaurado, depois de ter sido danificado na Segunda Guerra Mundial.


Continuando a nossa rota, passamos pela igreja de São Pedro. Esta igreja é mais antiga do que a cidade de Munique, servindo de abrigo aos monges que deram o nome à cidade.



Ao lado desta igreja, situa-se o enorme mercado (Viktualienmarkt), onde se pode encontrar de tudo, relativo a alimentação. Bancas de venda de frutas, comida, chás, bebidas, etc..

Os produtos tinham realmente muito bom aspecto e este mercado está aberto todos os dias da semana.


Aliás, até se pode encontrar um Pai Natal apenas com a parte de cima e de cuecas..


Fazendo um pequeno desvio, por fora do mercado, encontra-se o portão de Isartor que ainda conserva as pinturas originais do século 14, representando a entrada triunfal do Imperador Louis IV, depois da batalha de Ampfing. Uma das particularidades que se encontra na Alemanha, é que todos os edifícios antigos encontram-se muito bem restaurados ou a serem restaurados. 


Voltando ao mercado e depois de percorrido, fomos visitar a praça de São Jakobs. Esta praça alberga o centro dos Judeus (à esquerda) e a sinagoga (ao centro). O edifício à direita tem uma exposição de armas..irónico..


Continuando a nossa rota e já começando a anoitecer (16:00) encontramos a Sendlinger Tor, onde se encontra a Igreja de Asam.


A igreja foi financiada e desenhada pelo arquitecto Egid Asam, tendo o seu irmão Kosmos Asam pintado os frescos da igreja. Não inseri nenhuma foto desta igreja, pois ficaram bastante escuras.

Na mesma rua encontra-se uma igreja um pouco maior, a igreja de São Micael, que estava a ser restaurada. O interior é bastante impressionante e gostei particularmente desta igreja pois não está adornada por muito ouro e tem muitos pormenores nas paredes, colunas e tecto.


No final desta rua muito longa, está o Karlstor, aquele edifício no centro da fotografia em baixo. Na foto parece que já era bastante tarde, mas eram apenas 5 da tarde, começando já a fazer um pouco de frio. Como ainda era bastante cedo para voltar à pensão, apesar de já estarmos um pouco cansados de andar e de carregar a mala, decidimos continuar a rota, apesar das fotos não ficarem tão boas. Foi interessante visitar a cidade de noite, pois os edifícios principais são todos bem iluminados, não se perdendo muito.


De seguida percorremos uma rua com alguns palácios, mas cujas fotos ficaram péssimas. Em baixo está a fonte Wittelsbacher.


Devido a alguns erros meus tentando perceber o mapa, demos, por acaso, com um "centro comercial" por dentro de edifícios. Não se pode dizer que é um edifício de centro comercial, daí o seu nome "Salvator Passage" ou "Fünf Hofe"

Finalmente retomando a rota, com ajuda do GPS, visitámos por fora a Igreja de Nossa Senhora, com as suas duas reconhecíveis torres, símbolos de Munique. Infelizmente quando íamos a entrar dentro da igreja, a senhora fechou a porta, pois já passava do horário de abertura. Tal como muitos edifícios em Munique, uma das torres está a ser restaurada.


Houve ainda tempo para passar na loja da Ferrari e tirar um fotografia ao carro com que Michael Schumacher ganhou o campeonato de Fórmula 1 em 2003 =p


Já que estou numa de carros, aproveito para mostrar alguns bólides que andavam pela cidade (fora os que não foram fotografados..). Não é por acaso que Munique é a cidade mais rica da Alemanha e capital do distrito mais rica do país. Quando perguntei aos meus colegas do trabalho qual a cidade que mais gostam na Alemanha, a resposta é quase sempre Munique.


Voltámos outra vez à rua que já tínhamos percorrido, para irmos para casa. Eu queria tirar uma fotografia na estátua com o peixe, mas um rapaz não saía do lado da estátua ficando lá especado, à espera de tirar uma fotografia xD..fica o registo.


Chegados à pensão e bastante cansados, deitámo-nos bastante cedo para recuperar energias, para um longo passeio, no dia a seguir.

Com a intenção de visitar o resto da cidade num dia (pois foi encurtando pelo pôr do sol bastante cedo, no dia anteiror) levantámo-nos cedo e tomámos o pequeno-almoço na pensão, que vinha incluído no preço. Como não tínhamos o bilhete que nos dava livre acesso aos transportes, tivemos de percorrer a pé a avenida até à estação de Munique. Um dos pontos positivos da pensão é a sua localização, pois demorámos cerca de 15 minutos a chegar ao destino, mas se tivéssemos o bilhete dos transportes públicos, em 2 minutos estávamos na estação de metro.

Devido a uma "táctica" mal pensada, perdemos cerca de uma hora e meia a andar para a frente e para trás. Como tínhamos de fazer o check-out antes das 12:00, tivemos de voltar à pensão e depois de novo à estação, para poder guardar a bagagem num dos cacifos da estação. Pagámos 3€ pelo aluguer do cacifo , para um período máximo de 72 horas.

À saída da pensão tive um grande susto, pois não encontrava o meu cartão do banco, mas por sorte tinha dinheiro na carteira. O dono da pensão estava um pouco impaciente, pois pensava que eu não queria pagar, pois o meu cartão VISA de Portugal não funcionava. Aqui na Alemanha, poucos sítios têm pagamento com VISA, por isso é bom andar sempre com dinheiro na carteira. Facilmente se encontra uma caixa de multibanco VISA, mas para pagamentos em restaurantes e lojas, é importante ter dinheiro na carteira). Mais tarde viria a encontrar o cartão, perdido na minha mochila..

Retomámos a rota, onde tínhamos terminado na noite anterior.

Visitámos a famosa (na Alemanha) Hofbräuhaus, a casa de cerveja mais famosa do mundo. Fundada em 1589 pelo duque da Bavaria que esteve encerrada ao povo até ao século 19. Algumas partes das paredes foram repintadas recentemente, por terem pinturas relativas aos tempos do Nazismo.



Continuando o percurso, encontra-se a praça de Max. Joseph, com o Teatro Nacional como fundo.

Outra particularidade que achei em Munique, é que os edifícios a serem restaurados, têm a sua imagem sobreposta, na tela dos andaimes.


De seguida, continuámos para a Odeonsplatz onde se situam três edifícios importantes, o Palácio de Leuchtenberg (que estava a ser também restaurado e que agora serve como edifício das finanças da Bavaria), o Field Marshal's Hall e a Theatinerkirche (Igreja de Theatines).

Em baixo está uma das duas estátuas do Palácio de Leuchtenberg, com o símbolo da Bavaria, um leão. Muitos turistas estavam a passar a mão na parte dourada da estátua, mas não conseguimos descobrir se havia algum significado especial.


Também gostei particularmente da Theatinerkirche, por não ser uma igreja "carregada" de ornamentação dourada. 



O Field Marshal's Hall é uma cópia da Loggia della Signoria em Florença, que foi mandado erigir pelo Rei Louis I, como tributo ao seu exército.


Na mesma praça, mas um pouco mais afastado, está a estátua do Rei Louis I.


Virando à direita na Odeonsplatz, entrámos no Hofgarten (Jardim da realeza), onde um artista tipicamente bavariano, estava a tocar concertina, dentro de um "buraco" na entrada.



O jardim conservou a sua arquitectura desde o século 17, até aos dias de hoje. Em baixo está o templo dedicado à deusa Diana.


Quando estávamos a chegar ao edificio da Chancelaria do estado da Bavaria, demos com um fotógrafo a fotografar o rabo de uma modelo, em pleno parque. Foi um momento algo cómico e mereceu ser fotografado xD

  

Saíndo do Hofgarten, entramos no Jardim Inglês, através dum túnel subterrâneo. Este jardim é dos maiores do Mundo com uma área total de 373 hectares, sendo maior que o Hyde Park em Londres e que o Central Park em Nova Iorque.


Sim, a seguinte foto é na cidade de Munique e é uma das principais atrações deste parque, uma onda artificial. O sítio estava carregado de pessoas, a ver os "surfistas" na onda. Nos últimos anos, o governo está a tentar encerrar o acesso a esta onda, pois alguns turistas já morreram a nadar neste rio, com uma corrente muito forte. Os surfistas impõem-se contra o seu encerramento, pois a morte dos turistas nada tem a haver com a onda, já que nunca nenhum surfista morreu devido a esta. Mesmo assim vimos uma pessoa a "nadar" neste rio com corrente muito forte, mas andou sempre na margem. 


Percorrendo o parque, vislumbra-se de longe o Monopteros, um edifício a fazer lembrar os monumentos gregos. O rei Maximilian tinha um gosto especial por edifícios do tempo dos Gregos, então mandou construir um edifício semelhante, no meio deste parque.



Do Monopteros, tem-se uma vista espectacular para parte do parque, conseguindo-se vislumbrar ao longe, alguns dos monumentos que fui descrevendo neste post.


Outra das atrações deste parque é a torre chinesa, que serve como biergarten (jardim da cerveja). No seu interior estavam alguns músicos a tocar música clássica, enquanto as pessoas comiam e bebiam no biergarten, ao redor da torre. Estes "jardins da cerveja" são muito comuns em toda a região da Bavaria, onde se pode comer comidas tipicas alemãs e claro, cerveja. Não tenho conhecimento se se vende lá outro tipo de bebida, que não a cerveja. Como eu vivo na fronteira da Bavaria com Baden-Württemberg, também próximo da minha casa se encontram variados biergartens.


O jardim Inglês prolongava-se muito mais, mas a rota que estávamos a seguir indicou-nos para sair deste e entrar de novo no meio da cidade. Saíndo do jardim, passa-se pelo Siegestor (Portão da Victória), um monumento inspirado pelo arco romano de Constantine e que o rei Louis I, mandou erigir como homenagem ao seu exército.


Coisa comum na Alemanha, trânsito de bicicletas, na ciclovia. É preciso ter bastante cuidado nas cidades alemãs, pois os ciclistas andam a grande velocidade nas ciclovias, mas quem sofre é o peão que não viu que estava a andar na ciclovia e não no passeio pedonal.


Em baixo está a igreja de Ludwig. Não chegámos a entrar, pois ainda tínhamos muito por visitar e já começava a aproximar-se das 17:00, hora do anoitecer.


O edificio em baixo tem um nome curíoso relativo ao meu nome, Old Pinakothek, que tem em exposição algumas pinturas importantes de artistas como Boticelli, Rafael e Rubens.

Na mesma rua encontra-se o museu de arte contemporânea Brandhorst, com uma arquitectura bastante moderna.


O edificio seguinte é a Neue Pinakothek e foi aberto em 1981, apesar de parecer muito mais recente e que tem também pinturas de artistas conceituados, tais como Manet, Monet e Van Gogh.



Como nenhum de nós liga a quadros e não querendo pagar uma ninharia para os ver, decidimos continuar o nosso caminho.

Percorrendo algumas ruas chega-se à königsplatz, uma praça com 3 edifícios de arquitectura dos tempos gregos. O edifício à esquerda ficou muito escuro na fotografia, daí não o ter inserido aqui. 


Terminada a rota por dentro do centro da cidade, fiz questão de visitar o centro Olimpico e o centro da BMW, apesar do cansaço extremo e de começar a anoitecer.

O centro Olímpico de Munique foi palco dos Jogos de Munique em 1972. Infelizmente este evento foi eclipsado pelos atentados terroristas, que deram origem a 11 atletas e treinadores israelitas mortos, bem como um policia da Alemanha de Oeste e cinco terroristas. Estes eventos servem como pano de fundo ao filme Munique de Steven Spielberg.

Na foto em baixo está a torre Olimpica, com 290m. Tive pena de já ser um pouco tarde, pois pode-se ter uma vista espectacular da torre, para a cidade.


A foto ficou um pouco escura, mas pode-se ver o estádio olímpico, ao fundo.


Uma vista panorâmica do estádio Olímpico, torre Olímpica e na parte esquerda, o edifício da BMW.


O final da nossa rota estava a chegar e os últimos edifícios visitados, foram os três edifícios do complexo da BMW.

À esquerda, está o BMW World (Mundo BMW) que serve como centro de apresentações dos seus carros e motas e que serve também como concessionário. Por isso se alguém comprar um BMW neste concessionário, leva o carro de dentro deste edifício espectacular, para o exterior.



Alguns dos "carritos" em exposição.


Havia também uma parte dedicada à Rolls-Royce e à Mini, marcas pertencentes ao grupo BMW.



O edificio à esquerda é o centro da BMW e o da direita, é o Museu. Por azar o Museu fechou às 18:00 e eu fazia questão de ir ver. Fica para uma próxima.


Munique é altamente recomendada para visitar, sendo um dos sítios mais espectaculares que visitei. 

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